Mostrando postagens com marcador bispo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bispo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Que droga é essa que esses líderes consomem?

Só pelo fato de alguém anunciar data e hora para a segunda vinda do Messias, já deveria ser motivo de descrédito total.
No entanto, esse povo anda sequioso de revelações que justifiquem suas próprias sandices e desvios. Assim, promovem a fortuna desses falsos profetas, bispulhas, apústulas e putriarcas. 
Um acusa o outro de mentiroso e a disputa pelo monopólio da Mentira Suprema segue cada vez mais acirrada. São todos soldados do anticristo, alguns se arrojam como seus embaixadores, promovendo abominações maquiadas de santidade.
A sua hora está chegando, não perdem por esperar.
Aquele que chafurda na lama, prossiga chafurdando, pois o faz de escolha própria, sendo conhecedor da verdade.
Aquele que se santifica, persista em santificar-se e não ceda ao apelo da porta larga.

sábado, 13 de novembro de 2010

Qual é mesmo a denominação livre de crises?

Qual é mesmo a denominação cristã que pode dizer que vai bem hoje em dia?
 
A crise não é exclusividade da ala evangélica. O que aconteceu é que finalmente a ala evangélica foi atingida pelos mesmos vermes que vem corroendo as entranhas das demais denominações cristãs: 

  1. A institucionalização, que arrancou a igreja de seu local original, de dentro dos lares, onde os pais eram os sacerdotes e as tradições cristãs eram passadas de pai para filho várias vezes ao dia, todos os dias. Definitivamente ficou mais fácil ser cristão, indo à igrejas duas vezes aos domingos e uma vez às quartas-feiras. Compare: Se a família se reunia tres vezes por dia, sete dias na semana, para estudar a Palavra e louvar a DEUS, tínhamos 21 oportunidades de educar nossos filhos na sã doutrina, que na verdade não demanda bacharelado, mestrado e doutorado. Bacharéis, mestres e doutores são necessários sim, mas isso nunca quis dizer que em função dessa mega-proliferação de especialistas, teríamos que abandonar os procedimentos familiares tradicionais. Essa transfusão de responsabilidades não foi benéfica para as famílias, definitivamente. 
  2. A demanda pelo sustento da instituição evangélica, que tem sido progressivamente desviada para a construção de fortunas pessoais de 'apústulas' e 'patriorcas', tal e qual nas instituições que tanto combatemos desde a nossa origem. Como justificar que justamente esses urubus-reis tenham as maiores fortunas e sua maior fonte de recursos jorrando dos salários das comunidades mais carentes da sociedade? Como justificar que justamente essas comunidades mais pobres sejam as que menos estudam a Palavra de DEUS, que deveria ser ensinada pelos seus líderes religiosos, autodenominados 'cristãos autenticos'? 
  3. A apostasia e a ignorancia imposta pela liderança eclesiástica, de maneira cada vez mais progressiva e desviante, que traz de volta práticas pagãs abomináveis - que já levaram cidades inteiras a serem pulverizadas -, contaminando a adoração genuína ao Único DEUS, alimentando idolatrias pagãs: musicolatria, pastorlatria, bispolatria, apostolatria e patriarcolatria. 

Lamento que não poucos líderes consagrados não tenham alcance espiritual para transcender a fronteira entre a carne e o espírito, ou não teriam apostatado. Mas enquanto há vida, há chance de retorno - é o próprio DEUS que nos dá essa oportunidade. Que eles saibam aproveita-la a tempo. Ou não, conforme queiram. Nunca por força ou violencia, é o que está escrito.